policlefe

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fim de feira.

olha, que se me visse assim, saberia que o cansaço é desculpa pela minha atenção falha. ainda julgo não saber o que vem aí por saber que julgam ver o que penso não ser. retalhado em cinco dias multiplicados ao infinito, envelheço agora duplamente. e se ainda não me fazem valer os papos casuais, sonho com pesadelos, pra não dizer que acordei sem lembrar do que foi. bebido em álcool talvez faça mais sentido, mesmo que a questão imposta seja totalmente o oposto. o nome de flor daquela mulher mexe muito mais do que imagina, na minha cabeça. a violência das cores é o que me faz ver o brilho nos dias. um batuque de mesa é o que resta aos meus fóforos. sem fogo instantâneo, junto a teoria revolucionista a um gole disso aí que você tá tomando. risos incontidos de quem sabe que a sobriedade é tão mais doentia quando vivida em calendários mal acostumados. vou te ensinar uma coisa, aqui funciona assim. segura aí o telefone, o dia vai nascer, esqueci mais do que queria, o agádê tá quase lotado e o celular tem bateria. inacreditável? faz aí um desenho, rabisca seu nome e tá lindo. conheço gente que não gosta, mas guarda, pode ser útil.

Posted on Saturday, July 24 2010. Tagged with: blablabla
policlefe trocadilhos. a chave mestra do relógio e da laranja. o mecanismo falho dos dias narrado por um procrastinador crônico de sonhos impossíveis, olhares atentos e palavras pouco garantidas. em traços, cores e linhas tudo se transforma. abre-se uma porta de cada vez.
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