policlefe

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beira.

a cidade nem parece a mesma enquanto escondo minhas surperstições em uma segunda pele. deito em caminhos que tracei na mente, pensando nos encontros fortuitos, na casa antiga e sobretudo na saudade incontida dos meus pais e dos cães. quase nunca a distância facilita e talvez nem seja esse o papel dela. muito talvez ainda, seja por isso que eu continuo martirizando os planos que me parecem absurdos. besteira qualquer, volto a não chorar. como era. de um jeito que nunca soube como ser.

Posted on Tuesday, June 8 2010. Tagged with: blablabla
policlefe trocadilhos. a chave mestra do relógio e da laranja. o mecanismo falho dos dias narrado por um procrastinador crônico de sonhos impossíveis, olhares atentos e palavras pouco garantidas. em traços, cores e linhas tudo se transforma. abre-se uma porta de cada vez.
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